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Distribuição B2B: Logística entre empresas

By 05/06/2019 junho 7th, 2019 No Comments
Estoque

O que acontece entre a compra de um produto e a sua entrega em determinado local? Essa resposta encontra-se na logística de distribuição, que é a responsável pela entrega correta dos produtos para o cliente final. Neste texto, falaremos sobre a logística de distribuição B2B e sua diferença com o modelo tradicional, o B2C.

Entenda, abaixo, como ocorre essa logística entre empresas:

Como funciona a logística de distribuição?

É o setor da logística que pega o produto finalizado no estoque, centro de distribuição ou atacadista, organiza-o adequadamente em um veículo (geralmente um caminhão) e efetua a entrega ao destino final, por meio de um sistema de roteamento.

A logística de distribuição atende às demandas da quantidade correta, no momento certo e no lugar certo.

Para que tudo isso seja efetivo, os processos devem ser otimizados e estar de acordo com o restante da cadeia de suprimentos. Assim, é necessário que estejam alinhados aos valores da empresa fornecedora e estratégias de marketing ou vendas utilizadas. A experiência da distribuição deve ser a melhor possível para o consumidor. Afinal, é no momento da logística que se tem mais contato com o cliente (contato direto, no caso).

Distribuição em B2B

O modelo explicitado acima é muito característico de negociações B2C (Business to Consumer, Empresa para Consumidor), nas quais a empresa distribuirá suas mercadorias à pessoas físicas.

No caso da distribuição B2B (Business to Business, Empresa para Empresa), onde as empresas negociam produtos e serviços com outros CNPJs, o processo é mais complexo e amplo que no B2C – há um maior volume de compra, além de diferentes tipos e valores de frete.

Tratamos com mais detalhes, a seguir, sobre as especificidades da logística de distribuição B2B.

Alto volume de carga

Diferentemente das negociações B2C, em que o volume de produtos comprados é fracionado, trabalha-se fartamente, no B2B, com uma grande quantidade de mercadorias em poucos pedidos.

Em modelos B2B, compra-se muito para que não falte e, assim, o estoque seja sempre abastecido. Afinal, algumas marcas podem ser estritamente dependentes dos seus fornecedores, como é o caso de empresas dos setores de alimentos e vestuário.

Dessa forma, o ticket médio de encomendas B2B é maior que o B2C, devido ao alto volume de carga.

Prazos de entrega maiores

Se a quantidade de produtos é maior, o prazo de entrega, possivelmente, também será. Isso ocorre porque a logística de remessa precisa funcionar dentro de um contexto, por vezes, mais extenso.

Trabalha-se com diferentes tipos de transporte de carga, aproveitando ao máximo o espaço disponível no veículo. Todos os produtos devem caber no automóvel, de forma segura, respeitando quantidade e qualidade.

Tudo isso faz com que a operação logística de distribuição seja mais complexa. Assim, ocasionalmente, é necessário um tempo maior para efetuar a entrega.

Modelos de entrega e fretes diferentes na distribuição B2B

A logística de distribuição B2B deve estar atenta, também, ao tipo de entrega. Atualmente, temos dois modelos praticados pelo mercado:

  • CIF (Cost, Insurance and Freight, ou Custo, Seguro e Frete, em tradução livre): É a modalidade mais usual, na qual o vendedor é o responsável por negociar o custo do envio, impostos, seguro, escolha de um operador logístico e entrega do produto. Por sua vez, a empresa compradora realizará o pagamento total do produto e do frete.
  • FOB (Free On Board, ou Livre a Bordo, em tradução livre): A empresa fornecedora é responsável pelos custos de transporte e seguro da carga. Mas somente até que esta seja despachada. A partir daí, o consumidor torna-se responsável pelo pagamento do transporte e do seguro.

A decisão por um ou outro depende do tipo de estratégia definida pelos colaboradores envolvidos.

Para fidelizar o comprador, algumas empresas dão preferência ao CIF. Por outro lado, buscando maior controle em seus processos, há organizações que optam pelo FOB, tratando, assim, diretamente com a transportadora.

Por tanto, o planejamento empresarial completo, que engloba os setores de compra, financeiro e logístico, deve ser analisado a fim de se tomar a melhor decisão em cada passo do processo.

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